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segunda-feira, 20 de julho de 2015

PRIMOR (ESPECIAL SBSR)



Se vão para os Festivais de Verão com a t-shirt da vossa banda preferida então não sigam esta sugestão. Que quando é para deitar mãos a esta opção convém anunciar terreno livre à volta para ilibar responsabilidades de qualquer salpico.

Esta temporada a novidade é um Primor. Mas mesmo. O nome. Uma banca apresenta-nos sugestões de sanduiches ao estilo mata-bicho. E lá no meio a Francesinha. Ela mesmo. Ao preço de 4 euros toca de pedir a dita e colocam-nos à frente batatas. Marca estrangeira. “Chefe, olhe que eu não pedi batatas”. Pois não. É oferta. E nós está bem. A refeição feita por menos de 5 euros. Ora toma lá McDonald´s. 

E a Francesinha é competente. Até o molho lá está em quantidades generosas. Convém recordar a tal questão do salpico. Uma barraca ambulante disto é que não era serviço mal pensado. Uma nota para as batatas: vêm do estrangeiro mas cheias de vontade de mostrar serviço.

Uma refeição em modo fast-food mas que de “fast” tem apenas a rapidez com que tratou de surpreender-nos. É feita ali no momento e debaixo do nosso olhar atento. Os ingredientes estão lá todos e em quantidades certas.

Acrescentem isto à lista que ainda faltam uns quantos Festivais e não sabemos se a digressão da Francesinha continua. Se não continuar, enviem mails a pedir uma coisa destas de rua. Nós assinamos.

Banca Primor
Festivais de Verão

quinta-feira, 9 de julho de 2015

ESPECIAL ALIVE: BAR DO SIMECQ


Ao contrário do que se possa pensar Cerveja e Festivais de Verão não são boa combinação. O doce néctar é servido a preços insultuosos, em copo de plástico e não raras vezes antes de darmos o primeiro golo já alguém veio contra nós e metade saltou borda fora.

É por isso importante um bom aquecimento fora do recinto. Como se um gajo fosse protagonista de um daqueles filmes tipo "O Dia Depois de Amanhã" em que antevendo a tragédia toca de preparar mantimentos e meios de subsistência para semanas de horror.

Aqui são apenas horas e o horror está dependente de quem toca. Ainda assim, a preparação é não só necessária como desejável. Mas como, perguntará o leitor já aflito com a discrição do inferno exibida nas linhas acima? Calma, nós estamos cá.

Perto do recinto, na Cruz-Quebrada, o bar do SIMECQ - Sociedade de Instrução Musical e Escolar Cruz-Quebradense é um "ginásio" em condições para o aquecimento. A imperial, ou a versão Mini para os que preferirem, fica por 0.80 cêntimos.

Há esplanada e até se mata a fome - ou se entretém o estômago - para os mais exigentes. Batatas, folhados mistos, pão com chouriço. Longe da confusão mas suficientemente perto para se escutarem os primeiros acordes dos conjuntos que lá vão animar as hostes.

Não mostrem moleza neste porto de abrigo que depois quando chegarem ao recinto consomem umas Coca-Colas que para o efeito tanto serve e passam pelos cidadãos responsáveis que marcam pontos naquelas campanhas do Condutor 100% Cool.

Bar do SIMECQ
Rua Sacadura Cabral, 81
Cruz-Quebrada