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segunda-feira, 10 de agosto de 2015

CHAVE D´OURO



Embalados pelo som do Mário Gil no leitor de cassetes do carro a cantar "não quero pasteis nem rissois porque eu ando é a comer caracóis" lá se deu salto à Trafaria. Terra onde se come bem e que merece só por si uma semana inteira de posts.

É uma boa forma de atingir as praias da Costa da Caparica quando se quer evitar as filas na ponte. Toma-se o ferry em Belém que o carro é velho e de quando em vez o radiador dá de si. Mas falando sobre os caracóis não há naquela vila estabelecimento como o "Chave d´Ouro".

Quis o Técnico de Estatística acompanhá-los com um Panaché mas acabou a receber um telefonema que ameaçava despedimento com justa causa então lá tratou de pedir imperial. Caracol bem temperado, coisa que ao contrário do que se pensa não acontece amiúde e generoso cesto de pão torrado. A travessa dos ditos era também ela um monumento a contemplar

A embalar o lanche o som do sino da igreja que toca de meia em meia hora numa sequência cuja lógica desconhecemos. Tudo isto em preço justo, esplanada e sol do bom. Para relaxar que o barco de regresso para Lisboa é só de hora a hora.

Chave d´Ouro
Trafaria
Largo da Igreja

sexta-feira, 29 de maio de 2015

CASA DOS CARACÓIS

Uma espécie de supermercado do Caracol
"Caracol caracol põe os teus cornos ao sol". Isto não me parece nada simpático de se dizer, até porque podem ser só boatos e nem tudo o que parece é. Mas a realidade é que todos sabemos que com o sol vem o caracol. Chega com as esplanadas, com as imperiais a acompanhar. Chega e traz alegria com ele. Também pode trazer uns quilos a mais, mas isso é para quem come as cascas, de certeza.

É por estas alturas que corremos às mais famosas casas de caracol. As que o têm enquanto especialidade e praticamente prato único, ou aquelas que são acrescentadas a uma ementa como prato sazonal que são. A realidade é que corremos a estas casas, e muito mais depressa que o citado.

Foi-nos indicada esta casa como sendo diferente do normal. Onde não há mesas, não há cadeiras, não há esplanadas, mas há caracol. E do bom!
Com várias casas, ou lojas como lhes chamam, fomos à de Campolide. A nossa surpresa chega logo à entrada, com um balcão grande e vários frigoríficos de bebidas. Uma coisa assim tipo mini mercado, onde se podem comprar bebidas frescas engarrafadas, ou pasme-se....sangria caseira. Há de tudo para compôr o petisco em casa. 


Há caracol e caracoleta, que não provámos mas não perdem pela demora. São vendidos em caixa pequena, média ou grande, ou os famosos baldes. Estes em pequeno ou grande. São perfeitos para levar, pela facilidade de transporte bem como pela possibilidade de chegar a casa e deitar o balde para dentro de um tacho e poder aquecer ou ainda apurar com um pouco mais de piri piri, não vá ser necessário.

Optámos pelo balde claro está, e foi a escolha certa. Bem limpo e condimentado estava bastante saboroso e fez as delícias da nossa tarde. Deu para várias doses e deixou a vontade de querer repetir a experiência em breve.

Para a malta que prefere petiscar em casa têm aqui uma fantástica solução. Só seria melhor se tivessem entregas ao domicílio, mas duvido que a menina da Galp Gás esteja disponível para isto.

Casa dos Caracóis
Rua de Campolide, 370
Lisboa
Tlf: 217271744